No dia de celebrar os gatos, um panorama sobre dois desafios recorrentes na rotina clínica — esporotricose e tumores — e como a eletroporação tem mudado a forma de tratá-los.
Os gatos ocupam hoje um espaço cada vez maior nos lares brasileiros, e junto com essa proximidade cresce também a atenção a doenças que, historicamente, receberam menos protocolos específicos para a espécie. Duas delas se destacam na rotina de clínicas e hospitais veterinários: a esporotricose felina e os tumores. Neste Dia Internacional do Gato, vale entender como a tecnologia tem contribuído para tratar as duas.
Esporotricose felina: uma doença em expansão
A esporotricose é uma micose causada pelo fungo Sporothrix, transmitida principalmente pelo contato com gatos infectados — por isso é considerada uma zoonose de atenção especial em áreas urbanas, onde a população de gatos errantes é maior. O tratamento convencional costuma ser longo, exige múltiplas idas à clínica e nem sempre é bem tolerado pelo animal, o que torna a adesão um desafio tanto para tutores quanto para veterinários.
Foi para responder a esse cenário que a Akko desenvolveu o Sporo Pulse, equipamento que utiliza pulsos elétricos para atuar diretamente sobre o fungo, preservando as células saudáveis do animal. Na prática, isso significa menos manipulações do paciente, menor tempo de tratamento e redução no uso de medicação — fatores que fazem diferença especialmente em casos resistentes à terapia convencional.
Tumores em gatos: quando a precisão faz a diferença
Gatos também desenvolvem tumores, e o tratamento oncológico felino exige um cuidado particular: a resposta a quimioterápicos pode variar bastante de paciente para paciente, e a segurança da aplicação é sempre uma prioridade.
É nesse contexto que entra a eletroquimioterapia, técnica baseada na eletroporação — a aplicação de pulsos elétricos que abrem poros temporários na membrana da célula tumoral, facilitando a entrada do quimioterápico. O resultado é uma resposta mais rápida e eficaz ao tratamento, com menor necessidade de doses agressivas.
O Pores Vet, desenvolvido pela Akko em parceria com o Prof. Carlos Brunner, é o equipamento nacional que viabiliza essa técnica na rotina veterinária. Indicado principalmente para tumores de pele — os mais comuns em pequenos animais —, pode ser usado como monoterapia ou associado a cirurgia, quimioterapia e imunoterapia, conforme a avaliação do médico-veterinário responsável.
Duas tecnologias, um só compromisso
Sporo Pulse e Pores Vet nasceram de propósitos diferentes, mas compartilham a mesma origem: foram criados por veterinários, para veterinários, com fabricação nacional e assistência técnica direta da Akko. No Dia Internacional do Gato, essa é a mensagem que queremos deixar — a de que cuidar da saúde felina também é evoluir constantemente as ferramentas disponíveis para quem trata esses pacientes todos os dias.
Quer saber mais sobre o Sporo Pulse ou o Pores Vet? Fale com a nossa equipe e consulte disponibilidade, condições e ficha técnica.

