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		<title>Amor que enfrenta o medo: esporotricose avança e desafia donos de gatos, mas nova tecnologia encurta tratamento e reduz custos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 13:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Esporotricose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença fúngica que mais cresce entre felinos já é emergência de saúde pública em SP. Enquanto casos batem recorde, histórias de cuidadores que enfrentaram o preconceito e a doença mostram</p>
<div><a href="https://akkobrazil.com.br/amor-que-enfrenta-o-medo-esporotricose-avanca-e-desafia-donos-de-gatos-mas-nova-tecnologia-encurta-tratamento-e-reduz-custos/" class="exp-read-more exp-read-more-underlined">Saiba mais</a></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="p4"><i>Doença fúngica que mais cresce entre felinos já é emergência de saúde pública em SP. </i><i>Enquanto casos batem recorde, histórias de cuidadores que enfrentaram o preconceito e a doença mostram a força do vínculo com seus gatos</i></p>
</blockquote>
<p class="p4">O amor por um gato pode superar o medo. Mas quando a ameaça é a esporotricose, uma doença que cresce em ritmo exponencial no estado de São Paulo, esse amor é posto à prova todos os dias. Trata-se de uma doença causada por um fungo do gênero <i>Sporothrix</i>, que vem se consolidando como um dos principais desafios sanitários urbanos do país, sobretudo em áreas com grande quantidade de gatos sem acesso regular a cuidados veterinários.</p>
<p class="p5">Além do sofrimento animal, a esporotricose felina preocupa porque é transmissível para humanos e se espalha com rapidez. “É um grave problema de saúde pública. A esporotricose é infecciosa e agressiva. Os gatos são as principais vítimas e os potenciais transmissores. Ela causa lesões cutâneas que podem começar como pequenos caroços (nódulos) e evoluir para úlceras abertas e com secreção. Essas feridas não cicatrizam facilmente e costumam espalhar-se pelo corpo. O tratamento com antifúngico é demorado e muitas vezes não traz os resultados esperados”, explica o professor titular de medicina-veterinária da UNIP, Carlos Brunner.</p>
<p class="p5">No começo deste ano, o Ministério da Saúde incluiu a esporotricose humana na lista de doenças de notificação obrigatória. Os números assustam. Em 2025, foram registradas mais de 12 mil notificações da doença em gatos e mais de 7 mil em humanos em todo o estado de São Paulo — o maior número já registrado. Mas por trás dos números, há histórias reais de pessoas que enfrentaram o preconceito, o medo e a dor de ver um animal querido definhar.</p>
<blockquote>
<p class="p5"><em><b>&#8220;Tratei a gatinha, fui mordida e contraí a doença. Ela não resistiu&#8221;</b></em></p>
</blockquote>
<p class="p5">Thay Ribeiro é pet sitter na capital paulista. No ano passado, ela foi chamada para ajudar um casal que tinha resgatado uma gatinha de rua. Ela estava infectada pela esporotricose. “A gatinha era um amor, chamava-se Amora. O casal ficou com medo de tratá-la e me contratou para o serviço. Ministrei antifúngicos durante um mês, enquanto procuravam algum lugar para acolher a gatinha, já que o casal não queria mais ficar com ela. Nesse meio tempo, ela me mordeu e eu contraí a doença”, conta.</p>
<p class="p5">Thay ficou meses tratando a doença tomando medicamentos e passando por exames, até que conseguiu ficar curada. “Infelizmente a Amora não sobreviveu. Fiquei com algumas sequelas, mas hoje não tenho mais sintomas”, conta.</p>
<p class="p5"><b>Um amor que enfrenta barreiras</b></p>
<p class="p5">Nelson Castanheira Júnior é um apaixonado pelos animais. Ele ficou sabendo da existência da esporotricose felina depois de observar dezenas de gatos com terríveis feridas no rosto e morrendo no condomínio onde mora na Granja Viana, em São Paulo. “Falei com a veterinária que cuidava dos meus animais e ela me explicou sobre a doença, disse que estava fora de controle”, conta.</p>
<p class="p5">Foi então que ele tomou uma difícil decisão: cuidar ele mesmo dos gatos doentes que rondavam a sua casa. “Muita gente não compreende um ato de solidariedade para com animais de rua. Passam a olhar para a gente como se nós fôssemos os doentes, só porque sentimos misericórdia por um animal. Mas eu enfrentei o preconceito e me sinto feliz por ter salvado muitos gatos”, desabafa.</p>
<p class="p5">O custo da esporotricose no Brasil é elevado. Segundo o IPB, Instituto Pet Brasil, a população de gatos domésticos passa de 30 milhões em todo o país. Muitos destes felinos têm acesso às ruas e é justamente no ambiente livre que a doença se dissemina rapidamente. Nelson sabe bem disso. Nos últimos anos, ele recolheu e tratou mais de 15 gatos, arcou com todos os custos de medicamentos e em algumas vezes até mesmo a internação. “Só de medicamentos, cada animal consome cerca de 300 reais por mês. O tratamento leva de quatro a seis meses. Faça a conta e veja quanto isso pesa em um orçamento. Não é à toa que muitos deixam os animais morrerem”, conta.</p>
<p class="p5"><b>Esperança real: tecnologia nacional já reduz tratamento</b></p>
<p class="p5">Enquanto os casos avançam, uma resposta concreta está mudando o horizonte. O SPORO PULSE, equipamento inédito desenvolvido pela startup brasileira Akko Health Devices sob liderança do Prof. Carlos Brunner, utiliza a eletroporação — pulsos elétricos que provocam a morte do fungo, preservando o tecido saudável do animal.</p>
<p class="p5">O equipamento já vem sendo testado há mais de um ano em universidades e clínicas veterinárias privadas em todo o Brasil, com resultados expressivos: melhora significativa com apenas duas a três sessões, cicatrização acelerada e redução drástica do tempo de tratamento.</p>
<p class="p5">Nelson Castanheira conseguiu salvar o Gatão com o SPORO PULSE. &#8220;Ele ficou com muitas feridas, a doença estava comendo literalmente ele. Foram duas sessões com o equipamento e o resultado foi incrível, o Gatão ficou curado&#8221;, conta.</p>
<p class="p5">A tecnologia exige menor número de manipulações do gato, menor custo e alta eficácia — inclusive em animais que não respondem mais aos antifúngicos tradicionais.</p>
<p class="p5">&#8220;A estrutura celular dos fungos é diferente. Os poros se formam e não se fecham mais, e o fungo morre. Trabalho com eletroporação há 18 anos e vi nesta técnica a possibilidade de matar o fungo preservando o tecido normal do gato&#8221;, explica Brunner.</p>
<p class="p5"><b>Sobre o professor Carlos Brunner</b></p>
<p class="p5">Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo USP e mestre em Clínica Médica e doutor em Anatomia dos Animais Domésticos e Selvagens pela USP. Professor titular na Universidade Paulista UNIP; Membro da diretoria da ABROVET – Associação Brasileira de Oncologia Veterinária; Membro da ISEBTT &#8211; The Internacional Society for Electroporation Based Thecnologies and Treatments. Pioneiro no uso clínico de etroquimioterapia no Brasil</p>
<p class="p5"><b>Sobre a Akko Health Devices</b></p>
<p class="p5">A Akko Health Devices desenvolve soluções inovadoras em tratamentos com eletroquimioterapia para medicina veterinária. Formada por profissionais com mais de 30 anos de experiência, tem como objetivo promover a evolução do setor por meio da melhoria constante na saúde e no bem-estar dos seres humanos e animais.</p>
<p class="p5">O equipamento SPORO PULSE é um aparelho fabricado pela Akko Health Devices, destinado ao uso em veterinária (cães, gatos e outros animais). O aparelho aplica uma sequência pulsos elétricos específicos para o tratamento e vem sendo usado com sucesso em clínicas e hospitais veterinários para tratar esporotricose em gatos.</p>
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		<title>Estudo científico aponta técnica revolucionária para tratamento da esporotricose em gatos, com cura mais rápida e de menor custo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 19:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo pioneiro de cientista brasileiro mostra sucesso da eletroporação em infecções resistentes a antifúngicos tradicionais, que salvam felinos com lesões graves e reduzem risco zoonótico A esporotricose felina, uma das</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="p1"><i>Artigo pioneiro de cientista brasileiro mostra sucesso da eletroporação em infecções resistentes a antifúngicos tradicionais, que salvam felinos com lesões graves e reduzem risco zoonótico</i></p>
</blockquote>
<p class="p1">A esporotricose felina, uma das principais zoonoses em expansão no Brasil, pode estar diante de um novo paradigma terapêutico. Um estudo científico publicado na revista <strong>Medical Mycology Case Reports</strong> demonstrou que a eletroporação — técnica baseada na aplicação de pulsos elétricos controlados — foi capaz de curar casos graves da doença em gatos que não respondiam ao tratamento convencional. Causada pelo fungo <em>Sporothrix brasiliensis</em>, a esporotricose provoca lesões ulceradas severas e pode ser transmitida a humanos por arranhões ou mordidas, colocando o Brasil como epicentro global da enfermidade, com milhares de casos registrados anualmente em felinos e humanos.</p>
<p class="p1">A pesquisa, conduzida pelo professor doutor Carlos Brunner, descreve dois casos clínicos considerados refratários — resistentes ao antifúngico padrão, o itraconazol — que evoluíram para cura completa após a aplicação da eletroporação como terapia adjuvante. Casos como esses representam um dos maiores desafios da medicina veterinária, já que entre 30% e 40% dos quadros mais graves não respondem adequadamente ao tratamento tradicional, prolongando o sofrimento dos animais, elevando custos para os tutores e aumentando o risco de transmissão para humanos.</p>
<p class="p1">Nos casos analisados, os gatos apresentavam lesões extensas, ulcerativas e proliferativas, sem melhora mesmo após meses de terapia antifúngica. Com a introdução da eletroporação, ambos evoluíram rapidamente: um alcançou remissão completa após três sessões, enquanto o outro foi curado com apenas duas aplicações, sem recidiva durante o período de acompanhamento. A técnica foi aplicada com o uso do equipamento <span style="font-weight: 400;">SPORO PULSE</span>, desenvolvido pela Akko Health Devices, startup que vem se destacando no desenvolvimento de soluções baseadas em eletroporação para aplicações médicas e veterinárias.</p>
<p class="p1">O método consiste na inserção de eletrodos nas lesões, com aplicação de pulsos elétricos de alta precisão que criam poros irreversíveis nas células do fungo, levando à sua destruição, ao mesmo tempo em que preserva os tecidos saudáveis ao redor. Realizado sob anestesia, o procedimento reduz efeitos colaterais sistêmicos e acelera o processo de cicatrização. Os resultados observados incluem remissão completa com apenas duas a três sessões, redução rápida da inflamação e da secreção, cicatrização total das lesões e ausência de recidiva, indicando um perfil de segurança e eficácia bastante promissor.</p>
<p class="p1">Para os especialistas, a eletroporação pode representar uma mudança de paradigma no tratamento da esporotricose felina, especialmente nos casos mais complexos. Além dos benefícios clínicos, a inovação tem impacto direto na saúde pública, ao contribuir para a redução da carga infecciosa e, consequentemente, do risco de transmissão para humanos. Diante do avanço da doença em todo o território nacional, soluções como essa reforçam o papel da inovação tecnológica no enfrentamento de desafios sanitários relevantes e posicionam o Brasil também como protagonista no desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas.</p>
<p class="p3"><span class="s1">Saiba mais sobre o estudo publicado na <i><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2211753926000278?via%3Dihub" target="_blank" rel="noopener">Medical Mycology Case Reports</a>.</i></span></p>
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		<title>Startup que criou equipamento inédito para tratamento de doenças animais é selecionada para integrar “Vale do Silício” do interior de MG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 13:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Graças à inovação do equipamento para tratar a esporotricose, empresa incubada no Polo de Inovação de Santa Rita do Sapucaí (Prointec) saiu vencedora na seleção da prefeitura e recebeu terreno</p>
<div><a href="https://akkobrazil.com.br/startup-que-criou-equipamento-inedito-para-tratamento-de-doencas-animais-e-selecionada-para-integrar-vale-do-silicio-do-interior-de-mg/" class="exp-read-more exp-read-more-underlined">Saiba mais</a></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">Graças à inovação do equipamento para tratar a esporotricose, empresa incubada no Polo de Inovação de Santa Rita do Sapucaí (Prointec) saiu vencedora na seleção da prefeitura e recebeu terreno de 875 m</span></i><i><span style="font-weight: 400;">2</span></i><i><span style="font-weight: 400;"> para a sede operacional</span></i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A startup Akko Health Devices, que criou equipamento inédito para tratamento de doenças animais, acaba de ser selecionada pela Prefeitura de Santa Rita do Sapucaí (MG), para integrar o chamado “Vale do Silício” do interior de Minas Gerais, um ecossistema tecnológico do </span><span style="font-weight: 400;">Prointec (Programa Municipal de Inovação Tecnológica)</span> <span style="font-weight: 400;">voltado para </span><span style="font-weight: 400;">fomento de ciência, tecnologia e empreendedorismo no estado mineiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quatro veterinários e um zootecnista brasileiros desenvolveram um equipamento inédito no tratamento de uma das doenças fúngicas mais agressivas que afetam felinos e que podem ser transmitidas para os humanos: a esporotricose. Graças ao ineditismo, eles acabam de ganhar um terreno de 875 m2 em uma área estratégica no município de Santa Rita do Sapucaí para a estruturação da sede operacional e da linha de montagem dos equipamentos. A doação faz parte do Programa Municipal de Incentivo à Atração de Investimentos de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, e é destinado para a construção da sede das duas empresas do grupo de profissionais de saúde animal: a Akko Health Devices e a OKNO Health Devices.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estamos muito felizes por este reconhecimento e pelo apoio recebido da Prefeitura de Santa Rita do Sapucaí. Estes anos todos incubados na Prointec foram fundamentais para o crescimento da nossa empresa. Tivemos tempo para analisar processos, organizar a produção e nos estruturar. Agora, com a doação, teremos condições de alçar voos ainda maiores, desenvolvendo técnicas que tragam alívio para doenças de difícil tratamento para muitos animais”, comemora Carlos Brunner. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A startup faz parte do Polo de Inovação de Santa Rita do Sapucaí desde 2019 e de lá para cá desenvolveu dois equipamentos revolucionários no tratamento de doenças animais. O mais recente deles utiliza pulsos elétricos para combater o fungo do gênero </span><i><span style="font-weight: 400;">Sporothrix spp</span></i><span style="font-weight: 400;">, que provoca lesões cutâneas em gatos, tanto domesticados quanto os de rua, e pode ser transmitida para os humanos. No Brasil, a doença saiu do controle e se tornou uma epidemia este ano, com inúmeros casos em todos os estados, chegando a causar, inclusive, morte em uma pessoa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O equipamento, batizado de SPORO PULSE, tem lançamento previsto para o início de 2026, mas já vem sendo testado em clínicas veterinárias e em instituições como a Fiocruz, no Rio de Janeiro. “A esporotricose é uma doença muito difícil de se tratar e está fora de controle no Brasil, com ocorrências graves registradas em todos os estados. É preciso dar medicação oral todos os dias para o gato, durante meses, e muitas vezes não traz resultados positivos. Uma vez que a maioria dos animais infectados é de rua, fazer o tratamento tradicional torna-se quase impossível. Por isso, muitas vezes, os órgãos de controle sanitário indicam a eutanásia”, explica Carlos Brunner, sócio da Akko e um dos maiores especialistas no uso de pulsos elétricos no tratamento de doenças. Ele é precursor da eletroquimioterapia no Brasil e há quase duas décadas estuda os efeitos da técnica no tratamento de diversas doenças. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os resultados são muito promissores. Com uma ou duas aplicações, o animal consegue ter uma melhora significativa da doença. Se pensarmos que os felinos são transmissores, reduzir este tempo mínimo de tratamento de 6 meses para 2 meses é algo excepcional. O uso desta técnica, contribui não apenas para salvar a vida destes gatos, mas como uma ferramenta muito importante para a saúde pública”, explica Brunner.</span></p>
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		<title>Profissionais brasileiros de saúde animal criam startup com tecnologia revolucionária para tratamento de doença altamente transmissível em humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipamento SPORO PULSE deve ser lançado em 2026 e reduz acentuadamente o tempo de tratamento da esporotricose felina; doença tem crescido no Brasil nos últimos anos e já causou morte</p>
<div><a href="https://akkobrazil.com.br/profissionais-brasileiros-de-saude-animal-criam-startup-com-tecnologia-revolucionaria/" class="exp-read-more exp-read-more-underlined">Saiba mais</a></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">Equipamento SPORO PULSE deve ser lançado em 2026 e reduz acentuadamente o tempo de tratamento da esporotricose felina; doença tem crescido no Brasil nos últimos anos e já causou morte em pessoas</span></i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Quatro veterinários e um zootecnista brasileiros estão revolucionando a forma de tratar uma das doenças fúngicas mais agressivas que afetam felinos e que podem ser transmitidas para os humanos: a esporotricose. A doença é causada por um fungo do gênero </span><i><span style="font-weight: 400;">Sporothrix spp</span></i><span style="font-weight: 400;">, que provoca lesões cutâneas em gatos, tanto domesticados quanto os de rua, e pode ser transmitida para os humanos. No Brasil, a doença saiu do controle e se tornou uma epidemia este ano, com inúmeros casos em todos os estados, chegando a causar, inclusive, morte em uma pessoa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Liderada pela inventividade de Carlos Brunner, Professor Titular de Medicina Veterinária na Universidade Paulista (UNIP), a startup Akko Health Devices, criada por cinco profissionais brasileiros da área de saúde animal, anuncia o lançamento de um equipamento inédito para o tratamento da esporotricose no Brasil e no mundo, previsto para ser lançado oficialmente em 2026, mas cujo protótipo já está sendo testado em clínicas veterinárias e em instituições como a Fiocruz, no Rio de Janeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A esporotricose é infecciosa e agressiva. Os gatos são as principais vítimas, bem como os grandes transmissores aos humanos. A doença causa lesões cutâneas que podem começar como pequenos caroços (nódulos) e evoluir para úlceras com secreção. Essas feridas não cicatrizam facilmente e costumam espalhar-se pelo corpo. “O tratamento com antifúngico é demorado e muitas vezes não traz os resultados esperados”, explica Carlos Brunner, professor titular de Medicina Veterinária na Universidade Paulista (UNIP) e sócio fundador da startup Akko Health Devices.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Brunner é um dos maiores especialistas no uso de pulsos elétricos no tratamento de doenças. Ele é precursor da eletroquimioterapia no Brasil e há quase duas décadas estuda os efeitos da técnica no tratamento de diversas doenças. “O Brunner tem uma capacidade incrível de encontrar soluções dentro da medicina veterinária. Como exímio inventor, ele simplesmente projetou um equipamento inédito, totalmente sozinho. Em 2013, ele me telefonou, para dizer que havia construído na sua casa uma máquina capaz de criar poros nas células. E que, por meio destes poros, os medicamentos poderiam ser introduzidos para reduzir de forma extraordinária o tempo de tratamento de câncer”, conta Sérgio Gomide, sócio-fundador da Akko Heath Devices. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta época, Sérgio ocupava um alto cargo em uma multinacional fabricante de medicamentos veterinários. Ele conta que ficou impressionado com os relatos sobre as pesquisas que o amigo estava fazendo e percebeu que estava diante de uma grande oportunidade de negócios. “Eu vi o potencial que aquele equipamento tinha. A técnica da eletroporação já existia e era usada no meio acadêmico, mas ninguém havia construído um equipamento para potencializar o seu uso. E o Brunner havia feito isso, em casa!”, contou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não demorou muito para que Sérgio buscasse parceiros para formar uma startup. Juntamente com outros 2 veterinários e 1 zootecnista, Sérgio e Brunner fundaram a Akko Health Devices.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A startup foi fundada, na prática, em 2019 e já nasceu com o DNA da inovação. “Nós optamos por incubar a Akko em Santa Rita do Sapucaí, porque lá é um polo tecnológico sensacional. A cidade respira tecnologia, é um Vale do Silício que temos no Brasil”, conta Sérgio Gomide.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Brunner, o maior desafio foi adequar o projeto que ele tinha feito em casa à realidade industrial. “É uma inovação, não tínhamos o que copiar ou em quem nos inspirar. Isso foi muito desafiador, principalmente porque tínhamos que trabalhar em cada detalhe industrial e eu sou um pesquisador e não um engenheiro. Mas tudo correu bem e conseguimos ter o primeiro protótipo para uso em 2022”, explicou Brunner. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O equipamento que nasceu desse esforço foi batizado de PORES VET, utilizado para o tratamento de tumores superficiais em animais em geral. Desde 2022 até hoje já foram mais de 100 aparelhos vendidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A vocação para inovação da Akko não parou por aí. Após o lançamento do PORES VET, o professor Brunner começou a pesquisar a possibilidade do uso da técnica da eletroporação em outra doença. “Ele disse que estava acompanhando o aumento dos casos de esporotricose felina e que teve uma ideia: porque não usar a técnica para ajudar a matar o fungo, que era muito difícil de combater com o tratamento convencional. Começou, então, a aprofundar as pesquisas e descobriu que a técnica da eletroporação também poderia ser eficaz para tratar a esporotricose”, conta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação era mais um salto para a empresa. A esporotricose é uma doença muito difícil de se tratar. É preciso dar medicação oral todos os dias para o gato, durante meses, e muitas vezes não traz resultados positivos. Uma vez que a maioria dos animais infectados é de rua, fazer o tratamento tradicional torna-se quase impossível. Por isso, muitas vezes, os órgãos de controle sanitário indicam a eutanásia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os resultados são muito promissores. Com uma ou duas aplicações, o animal consegue ter uma melhora significativa da doença. Se pensarmos que os felinos são transmissores, reduzir este tempo mínimo de tratamento de 6 meses para 2 meses é algo excepcional. O uso desta técnica, contribui não apenas para salvar a vida destes gatos, mas como uma ferramenta muito importante para a saúde pública”, explica Brunner</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O SPORO PULSE estará no mercado no início de 2026. Por enquanto, ele está sendo testado em clínicas e centros de pesquisa. Em São Paulo, Brunner está usando o equipamento para tratar gatos resgatados por uma ONG. Em Manaus, Amazonas, uma clínica especializada em felinos também está aplicando a técnica &#8211; o Amazonas tem enfrentado um surto da doença, com uma morte em humanos confirmada em 2025. Há ainda um aparelho sendo testado na Fiocruz, no Rio de Janeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O fungo causador da esporotricose já se tropicalizou e gerou uma espécie 100% nacional, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sporothrix brasiliensis</span></i><span style="font-weight: 400;">, que é muito mais transmissível e já está se espalhando para fora do Brasil. Atualmente ele está presente em 25 estados brasileiros.</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akkobrazil.com.br/profissionais-brasileiros-de-saude-animal-criam-startup-com-tecnologia-revolucionaria/">Profissionais brasileiros de saúde animal criam startup com tecnologia revolucionária para tratamento de doença altamente transmissível em humanos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akkobrazil.com.br">AKKO</a>.</p>
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		<title>Esporotricose avança em São Paulo: Casos em gatos e humanos batem recorde e acendem alerta para nova crise de saúde pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Esporotricose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletim epidemiológico divulgado pelo governo paulista mostra que em 2025 foram registradas mais de 12 mil notificações em gatos e mais de 7 mil em humanos em todo o estado</p>
<div><a href="https://akkobrazil.com.br/esporotricose-avanca-em-sao-paulo-casos-em-gatos-e-humanos-batem-recorde/" class="exp-read-more exp-read-more-underlined">Saiba mais</a></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="p1"><i>Boletim epidemiológico divulgado pelo governo paulista mostra que em 2025 foram registradas mais de 12 mil notificações em gatos e mais de 7 mil em humanos em todo o estado</i><i></i></p>
</blockquote>
<p class="p2">O estado de São Paulo encerrou o ano de 2025 enfrentando um cenário crítico na saúde animal e humana. Segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria da Saúde, divulgado em fevereiro/26, foram registrados 12.728 casos de esporotricose animal e 7.834 casos em humanos. O avanço da doença, que já atinge 84% de transmissão zoonótica (de animal para humano), coloca o tratamento veterinário no centro da estratégia de contenção epidemiológica.</p>
<p class="p2">A esporotricose é uma doença provocada por um fungo do gênero <i>Sporothrix </i>que é muito agressivo e já está se espalhando para fora do Brasil. Os gatos são as principais vítimas e os potenciais transmissores. Ela causa lesões cutâneas que podem começar como pequenos caroços (nódulos) e evoluir para úlceras abertas e com secreção. Essas feridas não cicatrizam facilmente e costumam espalhar-se pelo corpo. O tratamento com antifúngico é demorado e muitas vezes não traz os resultados esperados.</p>
<p class="p2">Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo, por se tratar de uma doença que acomete principalmente gatos domésticos que têm acesso livre às ruas e gatos de vida 100% livre, estima-se que o cenário real da esporotricose animal seja substancialmente mais grave do que aquele observado nos dados disponíveis.</p>
<p class="p2">“Importante observar que estes animais acabam contraindo a doença e levando para os cuidadores que convivem com eles. Por isso o número é tão explosivo. Quando analisamos os dados disponibilizados pelo CVE, vemos que houve um crescimento vertiginoso de 2024 para 2025, tanto em gatos quanto para humanos”, explica o professor titular de medicina-veterinária da UNIP, Carlos Brunner.</p>
<p class="p2">Entre os anos de 2011 e 2025, São Paulo registrou 16.259 casos de esporotricose felina, seguido por Mogi das Cruzes, com 12.039 casos. Conforme aponta o Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo, os gatos domésticos desempenharam um papel central na transmissão da doença para os humanos: 39,9% das contaminações aconteceram dentro de casa.</p>
<p class="p2">“A esporotricose precisa ser levada a sério. Estamos convivendo com esta doença há anos. No começo deste ano, o Ministério da Saúde tornou a notificação dos casos humanos, obrigatória, mas a contagem dos animais – que são os vetores de transmissão – continua a cargo de cada estado. Isso compromete muito o controle e como vemos, ele tornou-se urgente”, comenta Brunner.</p>
<p class="p2"><strong>Dados Críticos de 2025 em SP:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li2">12.728 casos animais notificados (recorde histórico);</li>
<li class="li2">83,7% dos casos humanos em SP tiveram origem no contato com gatos doentes;</li>
<li class="li2">16,3% dos casos humanos em SP tiveram como origem contato com solo, plantas ou outras exposições ambientais;</li>
<li class="li2">7.834 pessoas infectadas no Estado de São Paulo;</li>
<li class="li2">Notificação Compulsória: Desde janeiro de 2025, a doença exige registro imediato às autoridades, revelando a real magnitude da epidemia.</li>
</ul>
<p class="p4"><b>Esperança para o tratamento da esporotricose felina</b></p>
<p class="p4">Uma técnica está trazendo esperança para o tratamento da esporotricose felina. Batizado de SPORO PULSE, o equipamento inédito no Brasil, desenvolvido pelo pesquisador Carlos Brunner, pela startup Akko Health Devices, usa a eletroporação para matar o fungo causador da doença.</p>
<p class="p4">“Quem tem gato sabe que dar remédio via oral é muito difícil. Eles rejeitam, vomitam e arranham para tentar fugir na hora da medicação. Há muitos medicamentos no comércio, alguns funcionam bem e outros nem tanto. Infelizmente isso só vai ser descoberto depois de meses de tentativa de tratamento e há o risco de se chegar à conclusão de que foi inútil. Dessa forma houve um desperdício de tempo e de dinheiro. Nessa mesma linha, a cada dia que se prolonga o tratamento, aumenta o risco de transmissão a outros gatos e às pessoas, inclusive os responsáveis pelos gatos”, explica Brunner.</p>
<p class="p4">A técnica desenvolvida por Brunner exige menor número de manipulações do gato, menor custo, boa eficácia em animais resistentes à terapia convencional e redução do período de tratamento. Carlos Brunner é um dos maiores especialistas no uso de pulsos elétricos no tratamento de doenças e precursor da eletroquimioterapia no Brasil. O equipamento vem sendo testado há mais de um ano em universidades e em clínicas privadas e já está disponível no mercado.</p>
<p class="p4">Os pulsos elétricos agem nas células do gato, mantendo-as vivas. O segredo está em atuar diretamente no fungo. “A estrutura celular dos fungos é diferente das celulas, cujos poros se abrem e fecham. No caso do fungo, os poros se formam e não se fecham mais, e ele morre. Trabalho com eletroporação há 18 anos e vi nesta técnica a possibilidade de provocar a formação dos poros irreversíveis nos fungos, devido suas características celulares. Ou seja, matando o fungo e preservando o tecido normal do gato”, explica o prof. Brunner.</p>
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		<title>Dia Nacional do Animais: esporotricose avança e pressiona cidades, mas ciência aponta nova esperança para gatos e tutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 07:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Esporotricose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença fúngica que mais cresce entre felinos em situação de rua já é alerta de saúde pública; enquanto casos se multiplicam, novas estratégias de tratamento começam a mudar o horizonte</p>
<div><a href="https://akkobrazil.com.br/esporotricose-avanca-e-pressiona-cidades-mas-ciencia-aponta-nova-esperanca-para-gatos-e-tutores/" class="exp-read-more exp-read-more-underlined">Saiba mais</a></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="p1"><i>Doença fúngica que mais cresce entre felinos em situação de rua já é alerta de saúde pública; enquanto casos se multiplicam, novas estratégias de tratamento começam a mudar o horizonte</i></p>
</blockquote>
<p class="p3">O Dia Nacional dos Animais, comemorado em 14 de março, está se aproximando e a pauta que deveria ser apenas de celebração ganha contornos de urgência: a esporotricose felina, uma doença causada por um fungo do gênero <i>Sporothrix</i>, vem se consolidando como um dos principais desafios sanitários urbanos do país — sobretudo em áreas com grande quantidade de gatos sem acesso regular a cuidados veterinários. Além do sofrimento animal, a esporotricose felina preocupa porque é transmissível para humanos e se espalha com rapidez.</p>
<p class="p3">“É um grave problema de saúde pública. Para se ter uma ideia, o fungo já se tropicalizou e gerou uma espécie 100% nacional, a Sporothrix brasiliensis, que é muito mais transmissível e já está se espalhando para fora do Brasil. A esporotricose é infecciosa e agressiva. Os gatos são as principais vítimas e os potenciais transmissores. Ela causa lesões cutâneas que podem começar como pequenos caroços (nódulos) e evoluir para úlceras abertas e com secreção. Essas feridas não cicatrizam facilmente e costumam espalhar-se pelo corpo. O tratamento com antifúngico é demorado e muitas vezes não traz os resultados esperados”, explica o professor titular de medicina-veterinária da UNIP, Carlos Brunner.</p>
<p class="p3">No começo deste ano, o Ministério da Saúde incluiu a esporotricose humana na lista de doenças de notificação obrigatória. Já o controle animal continua sendo realizado pela vigilância sanitária de cada estado. Em São Paulo, a COVISA – Coordenadoria de Vigilância em Saúde do município – publicou, em 2024, o mapa da doença na cidade, por bairros. No total foram notificados 3.368 casos de gatos infectados pela doença, crescimento de mais de 300% em relação à 2020. Os dados de 2025 ainda não foram divulgados.</p>
<p class="p3">No entanto, uma técnica está trazendo esperança para no tratamento da esporotricose felina no país. Batizado de SPORO PULSE, o equipamento inédito, desenvolvido pela da startup brasileira Akko Health Devices, sob liderança do pesquisador Carlos Brunner, usa a eletroporação para matar o fungo causador da doença.</p>
<p class="p3">“Há muitos medicamentos no comércio, alguns funcionam bem e outros nem tanto. Infelizmente isso só vai ser descoberto depois de meses de tentativa de tratamento e há o risco de se chegar à conclusão de que foi inútil. Dessa forma houve um desperdício de tempo e de dinheiro. Nessa mesma linha, a cada dia que se prolonga o tratamento, aumenta o risco de transmissão a outros gatos e às pessoas, inclusive os responsáveis pelos gatos”, explica Brunner.</p>
<p class="p3">A técnica desenvolvida por Brunner exige menor número de manipulações do gato, menor custo, boa eficácia em animais resistentes à terapia convencional e redução do período de tratamento. Carlos Brunner é um dos maiores especialistas no uso de pulsos elétricos no tratamento de doenças e precursor da eletroquimioterapia no Brasil.</p>
<p class="p3"><b>Custo da esporotricose no Brasil</b></p>
<p class="p3">Nelson Castanheira Júnior é um apaixonado pelos animais. Ele ficou sabendo da existência da esporotricose felina depois de observar dezenas de gatos com terríveis feridas no rosto e morrendo no condomínio onde mora na Granja Viana, em São Paulo. “Falei com a veterinária que cuidava dos meus animais e ela me explicou sobre a doença, disse que estava fora de controle”, conta.</p>
<p class="p3">Foi então que ele tomou uma difícil decisão: cuidar ele mesmo dos gatos doentes que rondavam a sua casa. “Muita gente não compreende um ato de solidariedade para com animais de rua. Passam a olhar para a gente como se nós fôssemos os doentes, só porque sentimos misericórdia por um animal. Mas eu enfrentei o preconceito e me sinto feliz por ter salvado muitos gatos”, desabafa.</p>
<p class="p3">O custo da esporotricose no Brasil é elevado. Segundo o IPB, Instituto Pet Brasil, a população de gatos domésticos passa de 30 milhões em todo o país. Muitos destes felinos têm acesso às ruas e é justamente no ambiente livre que a doença se dissemina rapidamente. Nelson sabe bem disso. Nos últimos anos, ele recolheu e tratou mais de 15 gatos, arcou com todos os custos de medicamentos e em algumas vezes até mesmo a internação. “Só de medicamentos, cada animal consome cerca de 300 reais por mês. O tratamento leva de quatro a seis meses. Faça a conta e veja quanto isso pesa em um orçamento. Não é à toa que muitos deixam os animais morrerem”, conta.</p>
<p class="p3">Além do sofrimento animal, a esporotricose deixa marcas em quem tem contato direto com os bichanos infectados. Thay Ribeiro é <i>pet sitter</i> na capital paulista. No ano passado, ela foi chamada para ajudar um casal que tinha resgatado uma gatinha de rua. Ela estava infectada pela esporotricose. “A gatinha era um amor, chamava-se Amora. O casal ficou com medo de tratá-la e me contratou para o serviço. Ministrei antifúngicos durante um mês, enquanto procuravam algum lugar para acolher a gatinha, já que o casal não queria mais ficar com ela. Nesse meio tempo, ela me mordeu e eu contraí a doença”, conta. Infelizmente Amora não sobreviveu. Thay fez o tratamento durante meses, arcando com os custos sozinha, e hoje está curada. “Fiquei com algumas sequelas, mas hoje não tenho mais sintomas”, conta.</p>
<p class="p3"><b>Esperança no tratamento da doença</b></p>
<p class="p3">O equipamento SPORO PULSE vem sendo testado há mais de um ano em universidades e em clínicas privadas e já está disponível no mercado. Foi em uma destas clínicas que Nelson Castanheira tratou um de seus gatos, chamado Gatão. “Ele ficou com muitas feridas, a doença estava comendo literamente ele. Foi então que fui apresentado ao Dr. Carlos Brunner. Foram duas sessões com o equipamento e o resultado foi incrível, o Gatão ficou curado”, conta Nelson.</p>
<p class="p3">A técnica atua sobre as células do gato, mas elas permanecem vivas. O segredo está em atuar diretamente no fungo. “A estrutura celular dos fungos é diferente das celulas, cujos poros se abrem e fecham. No caso do fungo, os poros se formam e não se fecham mais, e ele morre. Trabalho com eletroporação há 18 anos e vi nesta técnica a possibilidade de provocar a formação dos poros irreversíveis nos fungos, devido suas características celulares. Ou seja, matando o fungo e preservando o tecido normal do gato”, explica o prof. Brunner.</p>
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		<title>Notificação obrigatória dos casos de esporotricose pode ampliar medidas de controle e mapeamento dos focos da doença, diz especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 14:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Esporotricose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o professor de medicina veterinária da UNIP, Carlos Brunner, a doença, causada por um fungo presente em gatos e transmissível a humanos, está fora de controle no Brasil e</p>
<div><a href="https://akkobrazil.com.br/notificacao-obrigatoria-dos-casos-de-esporotricose/" class="exp-read-more exp-read-more-underlined">Saiba mais</a></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">Para o professor de medicina veterinária da UNIP, Carlos Brunner, a doença, causada por um fungo presente em gatos e transmissível a humanos, está fora de controle no Brasil e exige ações coordenadas da vigilância sanitária</span></i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A determinação do Ministério da Saúde, publicada no último dia 23 de janeiro, que exige notificação obrigatória pelos agentes sanitários dos casos de esporotricose humana em todo o Brasil, é uma medida essencial para as autoridades mapearem os principais focos da doença e  evitarem o avanço da doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação é do professor titular de medicina veterinária da UNIP, Carlos Brunner, um dos maiores especialistas no uso de pulsos elétricos no tratamento de doenças, incluindo a esporotricose felina. A doença é causada por um fungo do gênero </span><i><span style="font-weight: 400;">Sporothrix spp</span></i><span style="font-weight: 400;">, que provoca lesões cutâneas e úlceras em gatos, tanto domiciliados quanto os de rua, podendo ser transmitida para outros animais e também para os humanos. Em 2025, uma mulher faleceu vítima da doença, no estado do Amazonas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a nota divulgada pelo Ministério da Saúde, “nos últimos anos, tem sido observado aumento expressivo de casos relacionados à transmissão zoonótica, o que reforça a necessidade de integração entre vigilância em saúde, atenção primária e serviços veterinários”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o professor Brunner, trata-se de um grave problema de saúde pública. “Para se ter uma ideia, o fungo já se tropicalizou e gerou uma espécie 100% nacional, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Sporothrix brasiliensis</span></i><span style="font-weight: 400;">, que é muito mais transmissível e já está se espalhando para fora do Brasil”, explica. “A esporotricose é infeciosa e agressiva. Os gatos são as principais vítimas e os potenciais transmissores. Causa lesões cutâneas que podem começar como pequenos caroços (nódulos) e evoluir para úlceras com secreção. Essas feridas não cicatrizam facilmente e costumam espalhar-se pelo corpo. O tratamento com antifúngico é demorado e muitas vezes não traz os resultados esperados”, acrescenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O médico-veterinário é precursor da eletroquimioterapia no Brasil e um dos fundadores da Akko Health Devices, desenvolvedora de soluções em tratamentos com eletroquimioterapia para medicina humana e medicina veterinária. Há quase duas décadas, Brunner estuda os efeitos da técnica no tratamento de diversas doenças, entre elas a esporotricose, e desenvolveu um equipamento inédito que vem sendo testado em clínicas veterinárias e em universidades, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a inclusão da esporotricose humana na Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública, passa a ser obrigatória a notificação semanal dos casos confirmados. Segundo a coordenadora-geral de Vigilância de Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas (CGTM) do Ministério da Saúde, Fernanda Dockhorn, com a notificação obrigatória, “será possível construir um panorama epidemiológico mais consistente e fortalecer a tomada de decisão em todos os níveis de gestão. Isso melhora o planejamento das ações de vigilância, prevenção e assistência, com impacto direto na proteção da população.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transmissão da esporotricose para humanos é feita por meio do contato com o animal infectado. Os arranhões são a principal porta de entrada. A lesão ocorre geralmente nas mãos, braços, rosto ou pernas e começa como um nódulo avermelhado e firme. Depois, evolui para uma ferida ulcerada, que pode drenar pus. Ela não causa dor, mas demora para cicatrizar. O problema é que a infecção se espalha pelos vasos linfáticos e quando encontra uma pessoa com o sistema imunológico comprometido (caso dos imunossuprimidos) ela pode atingir ossos, pulmões, olhos e até o sistema nervoso central, levando à morte. </span></p>
<p><b>Esperança no tratamento da esporotricose felina</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma nova técnica está trazendo esperança para no tratamento da esporotricose felina. Batizado de SPORO PULSE, o equipamento desenvolvido pelo pesquisador Carlos Brunner, pela startup Akko Health Devices, usa a eletroporação para matar o fungo causador da doença. A técnica exige menor número de manipulações do gato, menor custo, boa eficácia em animais resistentes à terapia convencional e redução do período de tratamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As células da pele do gato permanecem vivas, porque os poros se formam e se fecham. Já a estrutura celular dos fungos é diferente, então os poros se formam e não se fecham mais, matando o fungo. Como trabalho com eletroporação há 18 anos pensei na possibilidade de provocar a formação dos poros irreversíveis nos fungos, devido suas características celulares. Ou seja, matando o fungo e preservando o tecido normal do gato”, explica o prof. Brunner. </span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://akkobrazil.com.br/notificacao-obrigatoria-dos-casos-de-esporotricose/">Notificação obrigatória dos casos de esporotricose pode ampliar medidas de controle e mapeamento dos focos da doença, diz especialista</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://akkobrazil.com.br">AKKO</a>.</p>
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		<title>Médicos-veterinários alertam sobre cuidados nas férias de verão para evitar a esporotricose transmitida por gatos em crianças e adultos</title>
		<link>https://akkobrazil.com.br/medicos-veterinarios-alertam-sobre-cuidados-nas-ferias-de-verao-para-evitar-a-esporotricose-transmitida-por-gatos-em-criancas-e-adultos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Esporotricose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transmissível para humanos, doença fúngica que afeta principalmente gatos está fora do controle em muitos municípios brasileiros.  As férias de verão são um excelente momento para as famílias aproveitarem as</p>
<div><a href="https://akkobrazil.com.br/medicos-veterinarios-alertam-sobre-cuidados-nas-ferias-de-verao-para-evitar-a-esporotricose-transmitida-por-gatos-em-criancas-e-adultos/" class="exp-read-more exp-read-more-underlined">Saiba mais</a></div>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="p1"><i>Transmissível para humanos, doença fúngica que afeta principalmente gatos está fora do controle em muitos municípios brasileiros. </i><i></i></p>
</blockquote>
<p class="p3">As férias de verão são um excelente momento para as famílias aproveitarem as áreas livres, parques, praças e passeios. Nesta época ocorre também maior circulação de gatos pelas ruas, já que o aumento das horas de luz natural estimula a atividade reprodutiva, levando os animais a percorrerem distâncias maiores em busca de parceiros para acasalamento.</p>
<p class="p3">Os gatos têm enfrentado um aumento significativo de contaminação por um fungo do gênero <i>Sporothrix spp</i>, que provoca lesões na pele, que ficam expostas e criam um ambiente muito propício para contaminações.</p>
<p class="p3">“A esporotricose é uma doença que exige acompanhamento veterinário e tratamento prolongado, o que representa um grande desafio em muitos municípios brasileiros, especialmente nas áreas com alta circulação de gatos não castrados e com livre acesso às ruas. O tratamento envolve medicação oral diária por vários meses, e a resposta pode variar conforme o estágio da doença e as condições do animal”, explica o Médico Veterinário e professor titular na Universidade Paulista UNIP, Carlos Brunner, que também é sócio da Akko Health Devices e um dos maiores especialistas no uso de pulsos elétricos no tratamento de doenças. Também é precursor da eletroquimioterapia no Brasil e há quase duas décadas estuda os efeitos da técnica no tratamento de diversas doenças.</p>
<p class="p3">Com o aumento da circulação destes animais – e das famílias em busca de áreas livres para o lazer, surge o alerta para evitar contato com animais desconhecidos, que podem estar contaminados com diferentes patógenos, incluindo o causador da esporotricose. A doença é transmissível para gatos, cães e até humanos. A esporotricose humana tornou-se de notificação obrigatória em 2025, pelo Ministério da Saúde, tendo em vista o aumento dos casos.</p>
<p class="p3">“No Brasil, a principal forma de transmissão da esporotricose ocorre por trauma ocasionado por mordida e/ou arranhão de gatos doentes. Outra forma de transmissão pode ocorrer após trauma com matéria vegetal contaminada, como espinhos de roseiras ou farpas de madeira”, explica a Médica Veterinária Isabella Dib Gremiao, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, do Rio de Janeiro, e uma das maiores especialistas nesta doença no Brasil.</p>
<p class="p3">Dra. Isabella explica que a atenção das famílias deve estar em evitar que as crianças interajam com animais doentes. “O simples contato com solo, areia ou grama, de maneira geral, não representa risco significativo para a aquisição da infecção. Mesmo em áreas urbanas com maior circulação de animais, o lazer em áreas abertas não constitui, por si só, uma via comum de infecção. O principal cuidado deve ser evitar contato direto com gatos doentes, especialmente arranhões, mordidas ou contato com secreções das lesões”, explica.</p>
<p class="p3">Identificar um gato com esporotricose não é difícil, já que na maioria das vezes há sinais compatíveis com a doença. “Os sinais clínicos mais comuns incluem lesões (feridas) na pele que não cicatrizam, podendo ser localizadas ou disseminadas. Essas feridas costumam ser exsudativas, com presença de sangue e/ou pus e aparecem com maior frequência na face, nariz, orelhas, patas e cauda. Também é relativamente frequente a presença de sinais respiratórios, principalmente espirros, que podem estar associados a lesões na região do nariz, inclusive acometendo a mucosa nasal”, esclarece.</p>
<p class="p3">Os cuidados com áreas públicas devem ser renovados neste período de aumento de circulação de gatos de rua. A Dra. Isabella separa algumas dicas:</p>
<ul class="ul1">
<li class="li5">Evitar o contato com gatos desconhecidos (especialmente se apresentarem feridas);</li>
<li class="li5">Lavar bem as mãos após brincar ao ar livre e após o manuseio de gatos e evitar que crianças brinquem descalças ou com feridas expostas (mantendo a pele protegida);</li>
<li class="li5">Caso haja um gato em casa com suspeita de esporotricose, é importante evitar contato direto com as feridas, usar luvas ao medicar o animal e higienizar o ambiente, além de seguir rigorosamente o tratamento e as orientações prescritas pelo Médico Veterinário.</li>
</ul>
<p class="p3">A especialista também ressalta que gatos doentes não devem ser abandonados e que a doença tem cura, principalmente quando diagnosticada precocemente. O tratamento adequado reduz o sofrimento do animal e contribui para interromper a cadeia de transmissão, protegendo outras pessoas e animais.</p>
<p class="p5"><b> Tratamento inédito traz esperança no tratamento da doença</b></p>
<p class="p3">Um grupo de quatro veterinários e um zootecnista brasileiros desenvolveram um equipamento inédito no tratamento da esporotricose felina. O equipamento, batizado de SPORO PULSE, tem lançamento previsto para o início de 2026, mas já vem sendo testado com sucesso em clínicas veterinárias e em instituições de pesquisa.</p>
<p class="p3">“O tratamento convencional leva muitos meses e chega a custar quase 500 reais, o que torna inviável para os cuidadores de baixa renda e ONGs que atuam recolhendo e cuidando destes animais. Mas graças a técnica que desenvolvemos, os resultados são muito promissores”, conta Brunner.</p>
<p class="p3">O fungo causador da esporotricose ataca as células da pele, se reproduzindo no tecido e matando essas células. Com a técnica inédita, são criados mais poros na pele, tecnicamente chamados de neoformados. “Como não usamos medicação, as células da pele do gato permanecem vivas, porque os poros se formam e se fecham. Já a estrutura celular dos fungos é diferente, então os poros se formam e não se fecham mais, matando o fungo. Como trabalho com eletroporação há 18 anos pensei na possibilidade de provocar a formação dos poros irreversíveis nos fungos, devido suas características celulares. Ou seja, matando o fungo e preservando o tecido normal do gato”, explica o prof. Brunner.</p>
<p class="p3">Resultados preliminares apontam que com uma ou duas aplicações, o animal consegue ter uma melhora significativa das lesões de pele, reduzindo muito a medicação oral. Se pensarmos que os gatos são transmissores, reduzir este tempo mínimo de tratamento de 6 meses para 2 meses é algo excepcional. “O uso desta técnica, contribui não apenas para salvar a vida destes gatos, mas como uma ferramenta muito importante para a saúde pública”, explica Carlos Brunner.</p>
<p class="p3"><b>Sobre o professor Carlos Brunner</b><b></b></p>
<p class="p3">Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo USP e mestre em Clínica Médica e doutor em Anatomia dos Animais Domésticos e Selvagens pela USP. Professor titular na Universidade Paulista UNIP; Membro da diretoria da ABROVET – Associação Brasileira de Oncologia Veterinária; Membro da ISEBTT &#8211; The Internacional Society for Electroporation Based Thecnologies and Treatments. Pioneiro no uso clínico de etroquimioterapia no Brasil</p>
<p class="p3"><b>Sobre a Akko Health Devices</b><b></b></p>
<p class="p3">A Akko Health Devices desenvolve soluções inovadoras em tratamentos com eletroquimioterapia para medicina veterinária. Formada por profissionais com mais de 30 anos de experiência, tem como objetivo promover a evolução do setor por meio da melhoria constante na saúde e no bem-estar dos seres humanos e animais.</p>
<p class="p3">O equipamento SPORO PULSE é um aparelho fabricado pela Akko Health Devices, destinado ao uso em medicina veterinária (cães, gatos e outros animais). O aparelho aplica uma sequência pulsos elétricos específicos para o tratamento e vem sendo usado com sucesso em clínicas e hospitais veterinários para tratar esporotricose em gatos.</p>
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		<title>Surto de doença fúngica em gatos ameaça saúde pública e traz riscos para tutores de Pets e profissionais da área veterinária</title>
		<link>https://akkobrazil.com.br/surto-de-doenca-fungica-em-gatos-ameaca-saude-publica-e-traz-riscos-para-tutores-de-pets-e-profissionais-da-area-veterinaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 14:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Esporotricose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esporotricose felina está fora de controle no Brasil, com casos registrados em todos os estados brasileiros, já causou uma morte em 2025 e é altamente transmissível em humanos O surto</p>
<div><a href="https://akkobrazil.com.br/surto-de-doenca-fungica-em-gatos-ameaca-saude-publica-e-traz-riscos-para-tutores-de-pets-e-profissionais-da-area-veterinaria/" class="exp-read-more exp-read-more-underlined">Saiba mais</a></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Esporotricose felina está fora de controle no Brasil, com casos registrados em todos os estados brasileiros, já causou uma morte em 2025 e é altamente transmissível em humanos</p></blockquote>
<p>O surto da esporotricose felina no Brasil, doença altamente infecciosa e agressiva, tem se espalhado de forma alarmante por todo o Brasil, trazendo grave risco à saúde pública e mantendo as autoridades sanitárias em estado de alerta. Trata-se de uma doença causada por um fungo do gênero <em>Sporothrix spp</em>, que provoca lesões cutâneas e úlceras em gatos, tanto domiciliados quanto os de rua, podendo ser transmitida para outros animais como cães e também para os humanos.</p>
<p>O primeiro caso foi registrado no País em 1955, mas só a partir de 2023 que a doença parece ter saído do controle. Atualmente, há casos registrados em todos os estados brasileiros e, somente neste ano, já houve uma morte em humanos. “É um grave problema de saúde pública. Para se ter uma ideia, o fungo já se tropicalizou e gerou uma espécie 100% nacional, a <em>Sporothrix brasiliensis</em>, que é muito mais transmissível e já está se espalhando para fora do Brasil”, explica o professor titular de medicina veterinária da UNIP, Carlos Brunner.</p>
<p>Brunner é um dos maiores especialistas no uso de pulsos elétricos no tratamento de doenças. Ele é precursor da eletroquimioterapia no Brasil e um dos fundadores da Akko Health Devices, desenvolvedora de soluções em tratamentos com eletroquimioterapia para medicina humana e medicina veterinária. Há quase duas décadas, ele estuda os efeitos da técnica no tratamento de diversas doenças, entre elas a esporotricose, e desenvolveu um equipamento inédito que está sendo testado em clínicas veterinárias e em universidades, como a PUC de Curitiba e a Fundação Fiocruz, no Rio de Janeiro.</p>
<p>“A esporotricose é infecciosa e agressiva. Os gatos são as principais vítimas e os potenciais transmissores. Ela causa lesões cutâneas que podem começar como pequenos caroços (nódulos) e evoluir para úlceras com secreção. Essas feridas não cicatrizam facilmente e costumam espalhar-se pelo corpo. O tratamento com antifúngico é demorado e muitas vezes não traz os resultados esperados”, explica Brunner.</p>
<p>A transmissão da esporotricose para humanos é feita por meio do contato com o animal infectado. Os arranhões são a principal porta de entrada. A lesão ocorre geralmente nas mãos, braços, rosto ou pernas e começa como um nódulo avermelhado e firme. Depois, evolui para uma ferida ulcerada, que pode drenar pus. Ela não causa dor, mas demora para cicatrizar. O problema é que a infecção se espalha pelos vasos linfáticos e, quando encontra uma pessoa com o sistema imunológico comprometido (caso dos imunossuprimidos), pode atingir ossos, pulmões, olhos e até o sistema nervoso central, levando à morte.</p>
<p>Vários estados vivem situação crítica. Em São Paulo, a vigilância mapeou os municípios com os registros da doença – que este ano passou a ser de notificação obrigatória. Em 2024 foram mais de 1700 casos confirmados em humanos em cerca de 100 municípios. Na capital paulista, no ano passado, mais de 3.300 animais foram notificados com esporotricose.</p>
<p>O estado do Amazonas está em alerta. Segundo o Boletim Epidemiológico do estado, até 30 de setembro de 2025, foram confirmados 1.469 casos de esporotricose em humanos, com uma morte, uma mulher de 42 anos, residente em Manaus, diagnosticada tardiamente e que evoluiu para óbito em julho. No caso dos animais, foram 3.559 confirmações, sendo que 1.660 gatos foram eutanasiados em todo o estado.</p>
<p>Na clínica veterinária da Dra. Adriana Queiroz, em Manaus, foi necessário separar uma ala apenas para tratar os gatos com esporotricose. Ela conta que muitos tutores chegam com medo, já que os animais convivem com a família de forma muito intensa. “Tenho clientes que chegaram até aqui desesperados. Crianças apegadas nos bichinhos e com medo de precisar fazer eutanásia”, conta Dra. Adriana.</p>
<p>A clínica está usando a técnica dos pulsos elétricos ou eletropulsos, desde julho e já sente os resultados. “O uso do eletropulso é promissor visto que muitos animais não respondem ao tratamento convencional oral. Com a ajuda da técnica os animais têm tido uma melhora significativa”, comenta.</p>
<h4>Custo de tratamento</h4>
<p>A infecção geralmente ocorre quando o fungo penetra na pele por meio de ferimentos, arranhões, mordidas ou contato com material contaminado. O tratamento convencional leva muitos meses e chega a custar até 500 reais mensais, o que torna inviável tutores de baixa renda e ONGs que atuam recolhendo e cuidando destes animais. Com isso, muitas vezes a eutanásia é recomendada.</p>
<p>“É muito triste ver o que está acontecendo. O número de animais contaminados está crescendo e a verdade é que as pessoas estão com medo, até mesmo quem costuma cuidar dos animais de rua”, conta Dra. Susana Pastor Pazini, médica-veterinária e diretora da ONG Esporinhos, especializada em resgate e tratamento dos gatos infectados pela esporotricose, na capital paulista.</p>
<h4>Tratamento da esporotricose</h4>
<p>A ONG nasceu em 2023 depois que foi identificada uma colônia de 60 gatos, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. A colônia era cuidada por voluntários e o local estava desativado há muitos anos. Uma das voluntárias que cuidava destes animais identificou feridas em alguns gatos desta colônia, suspeitou que houvesse a presença do fungo e informou a Dra Susana. Juntas, elas acionaram a Vigilância Sanitária do Ipiranga.</p>
<p>“Na época a orientação que recebemos foi fazer a eutanásia dos animais. Vendo aquela situação resolvi alugar um espaço e tratar dos gatos. De lá para cá, o espaço cresceu e já atendeu mais de 200 animais. Deste total, 108 conseguiram a cura e 25 foram adotados. Muita gente tem medo, porque é uma zoonose e pode levar à morte, mas com o cuidado certo, salvamos estes animais”, conta.</p>
<p>A ONG Esporinhos vem trabalhando em parceria com o Prof. Brunner no uso de eletro pulsos no tratamento dos animais. “Já conseguimos resultados muito positivos e em pouco tempo. Tratar um gato é complicado, dar o medicamento é difícil e caro. O custo passa de 300 reais por animal. Por isso estamos esperançosos com o uso dos pulsos. Com poucas aplicações eles já ficam curados”, conta.</p>
<p>Dra. Susana alerta que a eutanásia não é a solução. Segundo ela, é necessário que haja um esforço do poder público para alertar a população e tomar os cuidados necessários. “Os tutores de gatos precisam entender que a castração é fundamental para o controle da população de felinos que temos nas ruas. E que nesta situação que vivemos hoje, não dá para deixar o gato doméstico sair de casa, dar uma volta. A chance dele se contaminar é grande”, alerta Dra. Susana.</p>
<h4>Nova técnica de tratamento</h4>
<p>O fungo da esporotricose ataca as células da pele, se reproduzindo no tecido e matando essas células. Com a técnica inédita, são criados mais poros na pele, tecnicamente chamados de “neoformados”.</p>
<p>“Como não usamos medicação, as células da pele do gato permanecem vivas, porque os poros se formam e se fecham. Já a estrutura celular dos fungos é diferente, então os poros se formam e não se fecham mais, matando o fungo. Como trabalho com eletroporação há 18 anos pensei na possibilidade de provocar a formação dos poros irreversíveis nos fungos, devido suas características celulares. Ou seja, matando o fungo e preservando o tecido normal do gato”, explica o prof. Brunner.</p>
<p>A nova técnica está trazendo esperança para os animais e tutores já que exige menor número de manipulações do gato, menor custo, boa eficácia em animais resistentes à terapia convencional e redução do período de tratamento.</p>
<p>“O fato de termos animais não domiciliados ou que têm acesso à rua reforça a necessidade de um tratamento assertivo e rápido. Os gatos que são agressivos, que têm pouco contato com pessoas, os chamados “ferais”, teriam que ser medicados diariamente por meses, o que é praticamente inviável. Com essa técnica eles podem ser recolhidos, tratados com uma manipulação apenas, ao longo de 3 meses, e estariam 100% curados. Depois disso, poderiam ser colocados para adoção, como faz a ONG Esporinhos, em São Paulo”, conclui Brunner.</p>
<p>A eutanásia não pode ser considerada uma solução para o controle da doença. Os gatos precisam ser tratados e não podem ser vistos como culpados pela epidemia que estamos vivendo.</p>
<h3>Sobre o professor Carlos Brunner</h3>
<p>Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo USP, mestre em Clínica Médica e doutor em Anatomia dos Animais Domésticos e Selvagens pela USP. Professor titular na Universidade Paulista UNIP. Membro da diretoria da ABROVET. Membro da ISEBTT &#8211; The Internacional Society for Electroporation Based Thecnologies and Treatments. Pioneiro no uso clínico de etroquimioterapia no Brasil.</p>
<h4>Sobre a Akko Health Devices</h4>
<p>A Akko Health Devices desenvolve soluções inovadoras em tratamentos com eletroquimioterapia para medicina humana e medicina veterinária. Formada por profissionais com mais de 30 anos de experiência, tem como objetivo promover a evolução do setor por meio da melhoria constante na saúde e no bem-estar dos seres humanos e animais.</p>
<p>O equipamento SPORO PULSE é um aparelho fabricado pela Akko Health Devices, destinado ao uso em veterinária (cães, gatos e outros animais). O aparelho aplica uma sequência pulsos elétricos específicos para o tratamento e vem sendo usado com sucesso em clínicas e hospitais veterinários para tratar esporotricose em gatos.</p>
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		<title>Eletroquimioterapia para tratamento de sarcoma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[akkobrazil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 14:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Pores Vet, aparelho de eletroquimioterapia fabricado pela Akko Health Devices, foi utilizado para o tratamento de um sarcoma maligno em um tigre-de-bengala branco, macho e de 16 anos de idade na</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Pores Vet</strong>, aparelho de eletroquimioterapia fabricado pela <strong>Akko Health Devices</strong>, foi utilizado para o tratamento de um sarcoma maligno em um tigre-de-bengala branco, macho e de 16 anos de idade na época, considerado idoso para a subespécie que pertence (Panthera tigris tigris).</p>
<p>Baboo chegou ao Brasil ainda filhote, após ser transferido de um zoológico privado na França. Aos 16 anos, idade próxima à expectativa de vida de 17 anos para esses felinos em seu ambiente natural, foi diagnosticado com câncer.</p>
<p>Graças ao tratamento administrado pelo Prof. Dr. Carlos Brunner, no início de 2021, utilizando o<strong> AKKO Pores Vet</strong>, Baboo ainda pôde desfrutar de mais de 3 anos de vida sem recidiva da doença. Esse tratamento inovador proporcionou uma extensão significativa de sua vida e aliviou a recorrência do câncer. Baboo foi o primeiro tigre tratado com eletroquimioterapia no Brasil.</p>
<p>Recentemente Baboo faleceu, mas sua história destaca a importância de tratamentos avançados na melhoria da qualidade de vida dos animais. A intervenção com o <strong>AKKO Pores Vet</strong> foi crucial para que Baboo vivesse de forma mais plena e sem sofrimento durante seus últimos anos.</p>
<p>O tigre-de-bengala está classificado como em perigo de extinção pela IUCN (International Union for Conservation of Nature). Veja mais detalhes do procedimento na galeria de imagens.</p>
<div  class="tatsu-gallery-wrap tatsu-gallery-module tatsu-module 0 tatsu-if04bbcqhq3r38uu   " ><div class="gallery   style1-hover "  ><div class="gallery-container be-grid be-row be-cols-3 clickable clearfix  " data-aspect-ratio="1.6" data-animation-target = ".gallery-thumb-img-wrap" data-cols="3" data-scroll-reveal = "0" data-animation = "none" data-gutter="40" data-layout="metro" ><div class="gallery-cell be-col be-hoverlay  not-wide no-wide-width-height style1-hover " ><div class="gallery-cell-inner""><a data-thumb = "https://akkobrazil.com.br/site/wp-content/uploads/2021/08/post-fg-ig-tigre-06-150x150.jpg" href="https://akkobrazil.com.br/site/wp-content/uploads/2021/08/post-fg-ig-tigre-06.jpg"  class="thumb-anchor mobx  " data-rel="my-galleryif04bbcqhq3r38uu" title=""><div class="thumb-wrap"><div style = "padding-bottom : 62.5%;" class="gallery-thumb-img-wrap be-grid-placeholder none-effect"  ><img class=""  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